Pode vir quente com Eduardo Araújo & Sylvinha
“Olhai que de asperezas me mantenho! Vede que perigosas seguranças! Que não temo contrastes, nem mudanças, Andando em bravo mar, perdido lenho.” Camões A voz
“Olhai que de asperezas me mantenho! Vede que perigosas seguranças! Que não temo contrastes, nem mudanças, Andando em bravo mar, perdido lenho.” Camões A voz

Natural de Cachoeiro do Itapemirim, no interior do Espírito Santo, músico, escritor e artista plástico criou uma obra única e marginal

A intérprete consagrou canções embebidas na boemia de noites solitárias e vaporosas, como “Ninguém Me Ama” e “De Cigarro em Cigarro”
“Em assuntos de vital importância, o estilo, e não a sinceridade, é o verdadeiramente vital.” Oscar Wilde O falar empolado e as idiossincrasias da personalidade
“olhe a luz nas tábuas, a mesma que incendeia as árvores lá fora. A tarde nas tábuas. Deixe que lhe penetre a densa espera do
“pôr de sol pingo de saudade a flor cheiro de mel na água cor de leite acorda o peixe sonho de fósforo” Paulo Leminski Déa
“Há uma rosa linda No meio do meu jardim Dessa rosa cuido eu (quem cuidará de mim?)” Bertolt Brecht Em época de modelo, manequim e
“Mas só não se esqueçam Da rosa da rosa Da rosa de Hiroshima A rosa hereditária” Vinicius de Moraes De cara limpa o músico Gerson
“e aquela auréola que possuía, ao afastar-se de seu rosto, estendeu-se mais além, para iluminar outros sonhos.” Gustave Flaubert O rosto negro iluminando um sorriso
“Amor, meu grande amor Não chegue na hora marcada Assim como as canções Como as paixões E as palavras” Ana Terra Não é por acaso
Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atua como jornalista, letrista e escritor