
As mil faces de Ney Matogrosso, camaleão da música brasileira
De cara pintada e o corpo lânguido a rebolar pelos palcos de todo o país, o cantor cultivou sucessos com um estilo único

De cara pintada e o corpo lânguido a rebolar pelos palcos de todo o país, o cantor cultivou sucessos com um estilo único

Por trás da expressão carrancuda, do semblante de poucos amigos e da barba que escondia o sorriso, havia um coração pronto a explodir de amor
“morre a vida e tranqüiliza-se o sangue até que rompe o novo movimento e fica ressoando a voz do infinito.” Pablo Neruda Um terno alinhado,

Cantor paraibano lançou samba de Gordurinha e Almira Castilho em 1959, e alcançou o topo das paradas radiofônicas

Carioca de Macaé, nascida Abelim Maria da Cunha, ela adotou o nome artístico para despistar a família, que não a queria na música
“E este por sobre nós espelho, lento, bebe ódio em mim; nela, o vermelho. Morro o que sou nos dois. O mesmo vento que impele
“um círculo de pássaros e chamas. E pelos canaviais, testemunhas que sabem o que falta. Sonho concreto e sem norte de madeira de guitarra.” García
“ – essa frágil e bela criatura diante da qual os homens se curvavam, essa criatura limitada e circunscrita que não podia fazer o que
“Os artistas sabem que suas obras não são para ser compreendidas, mas para ser degustadas.” Rubem Alves É de dar água na boca. Do peixe
“Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito
Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atua como jornalista, letrista e escritor