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Dezoito de julho
“Era impossível imaginar como seria a cara lambuzada de cores, a espessa crosta de pó-de-arroz com dois remendos de carmim nas bochechas, as pestanas postiças,
Ao mestre Mozart, com carinho
“Noite ao luar, todos se encontrarão Minas, a bela dama, abre-se ao violão Entre homens e mulheres, seresta e comunhão Tudo é sorrir” Raphael Vidigal
25 anos da morte de Reinaldo Arenas: poeta, homossexual e cubano
“estava diante de um homem que fizera da literatura sua própria vida; diante de uma das pessoas mais cultas que jamais conheci, mas que não
Dois ou três crimes que cometi dormindo
“Como se os caminhos familiares traçados nos céus de verão pudessem conduzir tanto às prisões quanto ao sono inocente.” Albert Camus “- É necessário que
História de tia Ofélia
“Hesito, é certo, mas aguardo o assombro com que verei descer de céus remotos o raio que me fenderá no ombro.” Ferreira Gullar Desde menina
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Quem sou eu
Raphael Vidigal
Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atua como jornalista, letrista e escritor
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