Nat King Cole (Jazz)

Jazz

O jazz é dos negros. A igreja dos brancos. Mas e o piano? Com suas teclas misturadas, promove uma interação racial? Afirmações idiotas como as acima apenas servem para reforçar o caráter separatista de algumas imposições. Só que existe um adendo, porém, porquanto.

A Música é universal. E Nat King Cole fez questão de unir em seu canto várias as vertentes. Fossem elas clássicas, gospel, românticas ou castelhanas. Não interessava. Mas somente a semente e sabor do sentimento levado aos ouvidos como a mãe águia solta a comida no céu para que o filho arranque em disparada e capture.

“There was a boy
A very strange, enchanted boy
They say he wondered very far
Very far, over land and sea
A little shy and sad of eye
But very wise was he”

Cantou em português, espanhol, inglês. Contribuiu para a paz e lutou contra a intolerância da maneira mais extraordinária que um rei não totalitário e reivindicado pelo povo poderia fazer. Maciez de seda na boca, toque sensível nos dedos, sucessos de amor. Nat King Cole uniu, não separou. O coral universal é a morada do anjo multicolorido da canção.

Nat King Cole Jazz

Raphael Vidigal

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13 Comentários

  • Nat King Cole desde criança esteve ligado à música, inclusive, aprendeu a tocar piano na igreja onde seu pai era pastor. Lutou contra o racismo durante toda a sua vida, sempre recusando-se a cantar em plateias com segregação racial.Faz jus ao apelido de King Cole. Mais uma vez obrigada Raphael Vidigal, você tem um excelente gosto musical!!
    Quizás, Quizás, Quizás…rsrs

    Resposta
  • Sem dúvidas, Janete! Obrigado pelo comentário. =) Volte sempre ao site!

    Yeah, Tammy Thompson!

    Resposta

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Raphael Vidigal

Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atua como jornalista, letrista e escritor

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