Crítica: peça “Josephine Baker: a Vênus Negra” conta história de dançarina com graça e didatismo
“Como disciplina,/Passa o lírio pelo solo negro; Seu alvo rizoma não se abala/E sua fé nada teme. Mais tarde, por entre a erva,/Balança a campânula
“Como disciplina,/Passa o lírio pelo solo negro; Seu alvo rizoma não se abala/E sua fé nada teme. Mais tarde, por entre a erva,/Balança a campânula
Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, atua como jornalista, letrista e escritor